{"id":11091,"date":"2016-02-24T21:19:19","date_gmt":"2016-02-24T21:19:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.eduerj.uerj.br\/engine\/?p=11091"},"modified":"2016-03-08T20:31:19","modified_gmt":"2016-03-08T20:31:19","slug":"ha-84-anos-conquistava-se-o-sufragio-feminino-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/eduerj.com\/br\/ha-84-anos-conquistava-se-o-sufragio-feminino-no-brasil\/","title":{"rendered":"H\u00e1 84 anos, conquistava-se o sufr\u00e1gio feminino no Brasil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><small>Nas elei\u00e7\u00f5es de 1933, ap\u00f3s a conquista do sufr\u00e1gio feminino no Brasil, entre os 254 deputados eleitos, h\u00e1 uma mulher: Carlota Pereira de Queir\u00f3s, eleita por S\u00e3o Paulo.<\/small><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Hoje se comemora a conquista do sufr\u00e1gio feminino no Brasil. Em 24 de fevereiro de 1932, h\u00e1 84 anos, ap\u00f3s intensa campanha nacional por parte das sufragistas brasileiras, o Decreto 21.076 do C\u00f3digo Eleitoral Provis\u00f3rio assegurava o direito das mulheres ao voto, embora apenas \u00e0quelas que, casadas, fossem autorizadas pelos maridos a exerc\u00ea-lo e \u00e0s que fossem solteiras ou vi\u00favas com renda pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>O cat\u00e1logo da EdUERJ inclui v\u00e1rios t\u00edtulos voltados \u00e0 hist\u00f3ria e \u00e0 realidade das mulheres no Brasil e no mundo, sob diferentes perspectivas. Entre eles:<\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"http:\/\/www.eduerj.uerj.br\/engine\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Entre_Mulheres_Meinerz.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"  wp-image-11096 alignleft\" src=\"http:\/\/www.eduerj.uerj.br\/engine\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Entre_Mulheres_Meinerz-184x276.jpg\" alt=\"Entre_Mulheres_Meinerz\" width=\"110\" height=\"165\" srcset=\"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Entre_Mulheres_Meinerz-184x276.jpg 184w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Entre_Mulheres_Meinerz-500x750.jpg 500w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Entre_Mulheres_Meinerz-100x150.jpg 100w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Entre_Mulheres_Meinerz-200x300.jpg 200w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Entre_Mulheres_Meinerz-683x1024.jpg 683w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Entre_Mulheres_Meinerz.jpg 820w\" sizes=\"(max-width: 110px) 100vw, 110px\" \/><\/a><strong>Entre mulheres<br \/>\n<\/strong>N\u00e1dia Elisa Meinerz<br \/>\nContendo registros e an\u00e1lises do cotidiano de uma rede de mulheres l\u00e9sbicas de Porto Alegre no in\u00edcio da d\u00e9cada de 2000, essa obra estuda as quest\u00f5es cotidianas dos relacionamentos homoer\u00f3ticos entre mulheres. Enfoca suas trajet\u00f3rias afetivo-sexuais, suas prefer\u00eancias de sociabilidade e lazer, a busca de parceiras, a conjugalidade, suas pr\u00e1ticas sexuais e seus cuidados corporais. Em di\u00e1logo com Michel Foucault e com autores brasileiros que se debru\u00e7aram sobre a quest\u00e3o da exist\u00eancia de um dispositivo da sexualidade, discute as conex\u00f5es entre g\u00eanero, sexualidade e individualismo.<\/p>\n<h1 class=\"product_title entry-title\"><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Ideologia e utopia nos anos 60: um olhar feminino<\/strong><img decoding=\"async\" class=\"  wp-image-11099 alignright\" src=\"http:\/\/www.eduerj.uerj.br\/engine\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Ideologia-e-Utopia-nos-anos-60-1-435x652-184x276.jpg\" alt=\"Ideologia-e-Utopia-nos-anos-60-1-435x652\" width=\"110\" height=\"165\" srcset=\"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Ideologia-e-Utopia-nos-anos-60-1-435x652-184x276.jpg 184w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Ideologia-e-Utopia-nos-anos-60-1-435x652-100x150.jpg 100w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Ideologia-e-Utopia-nos-anos-60-1-435x652-200x300.jpg 200w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Ideologia-e-Utopia-nos-anos-60-1-435x652.jpg 435w\" sizes=\"(max-width: 110px) 100vw, 110px\" \/><br \/>\nLia Faria<br \/>\nCom pref\u00e1cio escrito por Darcy Ribeiro, prop\u00f5e-se a observar o imagin\u00e1rio feminino dos anos sessenta e suas representa\u00e7\u00f5es nos \u00e2mbitos da pol\u00edtica e da cultura, analisando as ideologias e utopias de ent\u00e3o. Instiga uma reflex\u00e3o sobre a sociedade atual, uma vez que temas caros ao universo feminino contempor\u00e2neo, como o da luta pela igualdade de g\u00eaneros, desenvolveram-se a partir dos ideais libert\u00e1rios daquele per\u00edodo e de personalidades como a de Leila Diniz. Fa\u00e7a o <em>download<\/em> <a href=\"http:\/\/www.eduerj.uerj.br\/engine\/?product=ideologia-e-utopia-nos-anos-60-um-olhar-feminino\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Re<img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-11102 alignleft\" src=\"http:\/\/www.eduerj.uerj.br\/engine\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575112298.jpg\" alt=\"9788575112298\" width=\"110\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575112298.jpg 110w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575112298-100x171.jpg 100w\" sizes=\"(max-width: 110px) 100vw, 110px\" \/>becca Cook<\/strong><br \/>\nEntrevistada por Debora Diniz<br \/>\nEsse volume da Cole\u00e7\u00e3o Pensamento Contempor\u00e2neo \u00e9 consagrado ao pensamento da jurista Rebecca Cook. A professora e pesquisadora de Toronto (Canad\u00e1) exp\u00f5e sua expressiva e inovadora produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica na \u00e1rea do direito e sua milit\u00e2ncia em foros acad\u00eamicos e pol\u00edticos em prol dos direitos humanos, com destaque para os direitos das mulheres. Al\u00e9m de coment\u00e1rios de especialistas, a obra apresenta um resumo da trajet\u00f3ria profissional de Cook e uma rela\u00e7\u00e3o de seus principais trabalhos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Feminilidades: corpos e sexualidades em debate<img decoding=\"async\" class=\"  wp-image-11105 alignright\" src=\"http:\/\/www.eduerj.uerj.br\/engine\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575113189-175x276.jpg\" alt=\"9788575113189\" width=\"110\" height=\"174\" srcset=\"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575113189-175x276.jpg 175w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575113189-500x788.jpg 500w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575113189-100x158.jpg 100w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575113189-190x300.jpg 190w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575113189.jpg 517w\" sizes=\"(max-width: 110px) 100vw, 110px\" \/><\/strong><br \/>\nDaniele Andrade da Silva,\u00a0Jimena de Garay Hernandez,\u00a0Aureliano Lopes da Silva Junior\u00a0e Anna Paula Uziel (orgs.)<br \/>\nFruto de semin\u00e1rio realizado na UERJ, o livro prop\u00f5e uma s\u00e9rie de discuss\u00f5es heterog\u00eaneas e urgentes, analisando tamb\u00e9m o cen\u00e1rio pol\u00edtico-social. Divide-se em cinco eixos: direitos sexuais, sa\u00fade e rela\u00e7\u00f5es \u00e9tnico-raciais: perspectivas feministas; femininos trans: os corpos femininos que se constroem; prostitui\u00e7\u00e3o: os corpos como mercadoria ou a sexualidade como atividade econ\u00f4mica?; maternidades: femininos, direitos, desconstru\u00e7\u00f5es; e corpos femininos no limiar de regula\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas. Entre relatos de vida e reflex\u00f5es acad\u00eamicas, os cap\u00edtulos instigam uma reflex\u00e3o sobre quest\u00f5es inerentes ao universo da mulher.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"http:\/\/www.eduerj.uerj.br\/engine\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575112304.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"  wp-image-11106 alignleft\" src=\"http:\/\/www.eduerj.uerj.br\/engine\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575112304.jpg\" alt=\"9788575112304\" width=\"110\" height=\"164\" srcset=\"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575112304.jpg 126w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575112304-100x149.jpg 100w\" sizes=\"(max-width: 110px) 100vw, 110px\" \/><\/a><strong>Feminismos, identidades, comparativismos: vertentes nas literaturas de l\u00edngua inglesa \u2013 v. IX<\/strong><br \/>\nLeila Assump\u00e7\u00e3o Harris (org.)<br \/>\nEsse volume se dedica \u00e0 complexa rela\u00e7\u00e3o entre o discurso e a cultura. Suas oito ensa\u00edstas t\u00eam em comum o trabalho com as literaturas de l\u00edngua inglesa, que aqui aparecem bem representadas em sua multiplicidade. Os objetos v\u00e3o desde as pe\u00e7as de Shakespeare \u2013 e suas adapta\u00e7\u00f5es \u2013 at\u00e9 as obras futuristas de Margareth Atwood, do s\u00e9culo XX, e a fic\u00e7\u00e3o de Dionne Brand, escritora ainda em atividade. Predomina, no entanto, a contemporaneidade da abordagem, que garante a relev\u00e2ncia desse livro tanto para os interessados nas quest\u00f5es mais gerais de g\u00eanero e etnia quanto para os estudiosos \u2013 e praticantes \u2013 da tradu\u00e7\u00e3o e da adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Mulher adolescente \/ jovem em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia<img decoding=\"async\" class=\"  wp-image-11107 alignright\" src=\"http:\/\/www.eduerj.uerj.br\/engine\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575112168.jpg\" alt=\"9788575112168\" width=\"110\" height=\"155\" srcset=\"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575112168.jpg 133w, https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/9788575112168-100x141.jpg 100w\" sizes=\"(max-width: 110px) 100vw, 110px\" \/><\/strong><br \/>\nStella R. Taquette<br \/>\nEssa publica\u00e7\u00e3o, organizada pelo N\u00facleo de Estudos da Sa\u00fade do Adolescente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e resultante de parceria com a Secretaria Especial de Pol\u00edticas para as Mulheres, destina-se a profissionais que atuam em servi\u00e7os, especializados ou n\u00e3o, que atendem ou t\u00eam a miss\u00e3o de acolher mulheres adolescentes e jovens em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia. O presente manual apresenta 15 casos emblem\u00e1ticos de viol\u00eancia contra mulheres adolescentes e jovens. Por meio da metodologia de autoaprendizagem, visa contribuir para o desenvolvimento de uma abordagem espec\u00edfica e adequada a essas faixas et\u00e1rias, qualificando a interven\u00e7\u00e3o profissional nessas situa\u00e7\u00f5es. Incorpora-se, j\u00e1, como instrumento de trabalho para a implementa\u00e7\u00e3o do Pacto e do Plano Nacional de Pol\u00edticas para as Mulheres, que acaba de ser revisado na II Confer\u00eancia Nacional de Pol\u00edticas para as Mulheres.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aproveitando a data, fica tamb\u00e9m a sugest\u00e3o de\u00a0<em>As sufragistas<\/em> \u2013 filme de 2015 sobre a luta das mulheres brit\u00e2nicas pelo sufr\u00e1gio feminino na Inglaterra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por Thayssa Martins, graduanda de Letras \u2013 Ingl\u00eas\/Literaturas na UERJ e bolsista de extens\u00e3o da EdUERJ.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nas elei\u00e7\u00f5es de 1933, ap\u00f3s a conquista do sufr\u00e1gio feminino no Brasil, entre os 254 deputados eleitos, h\u00e1 uma mulher: Carlota Pereira de Queir\u00f3s, eleita por S\u00e3o Paulo. &nbsp; Hoje se comemora a conquista do sufr\u00e1gio feminino no Brasil. Em 24 de fevereiro de 1932, h\u00e1 84 anos, ap\u00f3s intensa campanha nacional por parte das sufragistas brasileiras, o Decreto 21.076 do C\u00f3digo Eleitoral Provis\u00f3rio assegurava o direito das mulheres ao voto, embora apenas \u00e0quelas que, casadas, fossem autorizadas pelos maridos a exerc\u00ea-lo e \u00e0s que fossem solteiras ou vi\u00favas com renda pr\u00f3pria. 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