{"id":17795,"date":"2019-03-21T14:23:04","date_gmt":"2019-03-21T17:23:04","guid":{"rendered":"https:\/\/eduerj.com\/br\/?p=17795"},"modified":"2019-03-21T14:23:04","modified_gmt":"2019-03-21T17:23:04","slug":"livro-propoe-analise-etnografica-sobre-conquistas-da-populacao-lgbt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/eduerj.com\/br\/livro-propoe-analise-etnografica-sobre-conquistas-da-populacao-lgbt\/","title":{"rendered":"Livro prop\u00f5e an\u00e1lise etnogr\u00e1fica sobre conquistas da popula\u00e7\u00e3o LGBT"},"content":{"rendered":"<p>Propor uma an\u00e1lise etnogr\u00e1fica das trajet\u00f3rias que levaram \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o de direitos pela popula\u00e7\u00e3o LGBT. Este \u00e9 o m\u00e9rito de Fazer-se no \u201cEstado\u201d, de Silvia Agui\u00e3o, lan\u00e7amento da Editora da UERJ. Em sua pesquisa, a autora analisa os elementos que formam o grupo de for\u00e7as que vem lutando pela legitima\u00e7\u00e3o da coletividade LGBT, incluindo n\u00e3o apenas pessoas, mas tamb\u00e9m documentos, agentes e pol\u00edticas p\u00fablicas. <\/p>\n<p>A luta por visibilidade e reconhecimento de direitos, capitaneada por diferentes agentes da sociedade civil, do Estado e da universidade, foi vital para que o Estado inclu\u00edsse a popula\u00e7\u00e3o LGBT em seu espectro de pol\u00edticas p\u00fablicas. Este \u00e9 o enfoque do livro que, embora escrito em 2018, pode deflagrar uma reflex\u00e3o sobre o momento atual, em que reverberam discursos conservadores.<\/p>\n<p>Vale ressaltar que a pesquisa voltou-se n\u00e3o s\u00f3 para os processos de legitima\u00e7\u00e3o da coletividade LGBT, mas tamb\u00e9m para as din\u00e2micas espec\u00edficas que marcam as peculiaridades de l\u00e9sbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, observados como segmentos dessa coletividade. <\/p>\n<p>A autora seguiu tr\u00eas caminhos. A primeira baseou-se no levantamento de documentos relevantes para o processo de constru\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o LGBT para o governo brasileiro. Incluem-se nessa categoria programas e planos de governo, anais de eventos, decretos, portarias e outras iniciativas registradas. Entre elas, a que cria o programa federal Brasil sem Homofobia (em 2004).<\/p>\n<p>O segundo enfoque da pesquisa est\u00e1 relacionado \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o de semin\u00e1rios, palestras, congressos, e eventos que mobilizarem representantes da academia, do ativismo e de segmentos do governo e de outras esferas pol\u00edticas em torno da tem\u00e1tica LGBT. Essas foram oportunidades de se perceber como se delineava as rela\u00e7\u00f5es e a intera\u00e7\u00e3o entre os participantes\/representantes e maneira como articulavam suas propostas. <\/p>\n<p>Por fim, a terceira entrada de an\u00e1lise foi a que se deteve sobre a implementa\u00e7\u00e3o do programa Rio sem homofobia e tamb\u00e9m da cria\u00e7\u00e3o de Centros de Refer\u00eancia de Promo\u00e7\u00e3o da Cidadania LGBT, fruto de conv\u00eanio entre e a UERJ e a Secretaria de Assist\u00eancia Social e Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro. <\/p>\n<p>Fazer-se no Estado integra a cole\u00e7\u00e3o Sexualidade, g\u00eanero e sociedade, publica\u00e7\u00e3o da Editora da UERJ em parceria com o Centro Latino-americano em Sexualidade e Direitos Humanos (Clam).  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Propor uma an\u00e1lise etnogr\u00e1fica das trajet\u00f3rias que levaram \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o de direitos pela popula\u00e7\u00e3o LGBT. Este \u00e9 o m\u00e9rito de Fazer-se no \u201cEstado\u201d, de Silvia Agui\u00e3o, lan\u00e7amento da Editora da UERJ. Em sua pesquisa, a autora analisa os elementos que formam o grupo de for\u00e7as que vem lutando pela legitima\u00e7\u00e3o da coletividade LGBT, incluindo n\u00e3o apenas pessoas, mas tamb\u00e9m documentos, agentes e pol\u00edticas p\u00fablicas. A luta por visibilidade e reconhecimento de direitos, capitaneada por diferentes agentes da sociedade civil, do Estado e da universidade, foi vital para que o Estado inclu\u00edsse a popula\u00e7\u00e3o LGBT em seu espectro de pol\u00edticas p\u00fablicas.\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":17796,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"editor_plus_post_options":"{}","editor_plus_copied_stylings":"{}","footnotes":""},"categories":[202],"tags":[670,638,2336,920,336],"class_list":["post-17795","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog","tag-clam","tag-etnografia","tag-fazer-se-no-estado","tag-politicas-publicas","tag-sexualidade"],"blocksy_meta":{"styles_descriptor":{"styles":{"desktop":"","tablet":"","mobile":""},"google_fonts":[],"version":5}},"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17795","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/17"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17795"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17795\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17796"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17795"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17795"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17795"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}