{"id":22124,"date":"2020-09-08T13:10:09","date_gmt":"2020-09-08T16:10:09","guid":{"rendered":"https:\/\/eduerj.com\/br\/?p=22124"},"modified":"2020-09-08T13:10:09","modified_gmt":"2020-09-08T16:10:09","slug":"entrevista-com-as-organizadoras-de-divulgando-ciencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/eduerj.com\/br\/entrevista-com-as-organizadoras-de-divulgando-ciencia\/","title":{"rendered":"Entrevista com as organizadoras de &#8220;Divulgando ci\u00eancia&#8221;"},"content":{"rendered":"<h4>Um dos destaques do site da EdUERJ em 2020 \u00e9 o livro &#8220;Divulgando ci\u00eancia: o que alguns cientistas fazem e como isso afeta sua vida&#8221;. A publica\u00e7\u00e3o, que tem um enfoque na educa\u00e7\u00e3o ambiental e na divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, est\u00e1 dispon\u00edvel para download gratuito e refor\u00e7a a import\u00e2ncia da pesquisa e da ci\u00eancia na vida de todos. O Blog da EdUERJ conversou com as organizadoras do livro, Luciana de Moraes Costa e Elisabete Captivo Louren\u00e7o (da esquerda para direita, na foto).<\/h4>\n<h4><strong>Qual foi a motiva\u00e7\u00e3o que levou a produzir um livro relacionado a divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica?\u00a0<\/strong><br \/>\nA necessidade da divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica para o p\u00fablico leigo.<br \/>\nN\u00f3s come\u00e7amos a perceber que muitos resultados obtidos em pesquisas cient\u00edficas n\u00e3o chegavam ao p\u00fablico de fora da academia.<br \/>\nMuitas pessoas n\u00e3o sabem a import\u00e2ncia da nossa pesquisa, da pesquisa feita no nosso pa\u00eds. A pesquisa cient\u00edfica no Brasil \u00e9 desvalorizada por muitos.<br \/>\nEssas quest\u00f5es nos levaram a organizar uma disciplina chamada \u201cA\u00e7\u00f5es extensionistas, educa\u00e7\u00e3o e populariza\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia para projetos de pesquisas em ecologia e evolu\u00e7\u00e3o\u201d para o Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ecologia e Evolu\u00e7\u00e3o da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPGEE-UERJ).<br \/>\nA ideia da disciplina surgiu tamb\u00e9m atrav\u00e9s de experi\u00eancias pessoais em nossas a\u00e7\u00f5es extensionistas, realizadas no Laborat\u00f3rio de Ecologia de Mam\u00edferos \u2013 UERJ e no Projeto Morcegos na Pra\u00e7a ligado ao Laborat\u00f3rio de Artr\u00f3podes Parasitas da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (LAPAR-UFRRJ).<br \/>\nCada aluno da disciplina p\u00f4de escrever um cap\u00edtulo sobre o tema da pesquisa deles com uma linguagem que o p\u00fablico leigo pudesse entender. Essa obra foi um esfor\u00e7o coletivo nosso e de todos os autores que abra\u00e7aram a ideia e trabalharam duro para levar um pouco do que os cientistas fazem e como isso afeta a vida das pessoas no cotidiano.<\/h4>\n<h4><strong>A quem voc\u00eas recomendariam a leitura dessa publica\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nRecomendamos a leitura dessa publica\u00e7\u00e3o para todos. O livro re\u00fane textos em uma linguagem pr\u00f3pria e acess\u00edvel ao p\u00fablico leigo. Mais especificamente, professores e educadores poder\u00e3o promover o saber e os trabalhos de pesquisadores com a ajuda deste livro. Alunos do Ensino M\u00e9dio e de gradua\u00e7\u00e3o aprender\u00e3o mais sobre o mundo da pesquisa, ajudando em escolhas profissionais.<\/h4>\n<h4><strong>Qual foi o cuidado tomado para tornar o tema\u00a0mais acess\u00edvel?<\/strong><br \/>\nA linguagem. Muitos pesquisadores est\u00e3o mais acostumados a escrever para revista cient\u00edfica. N\u00f3s trabalhamos a linguagem de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica com os autores dos cap\u00edtulos durante a disciplina.<\/h4>\n<h4><strong>Qual foi o maior desafio encontrado durante a produ\u00e7\u00e3o do livro?<\/strong><br \/>\nO maior desafio foi a pr\u00f3pria linguagem. Os alunos escrevem monografia, disserta\u00e7\u00e3o, tese, artigos cient\u00edficos. E a linguagem para o p\u00fablico acad\u00eamico \u00e9 diferente.<br \/>\nUma outra quest\u00e3o foi a verba financeira para a publica\u00e7\u00e3o do livro. Gostar\u00edamos de agradecer aqui ao financiamento que veio atrav\u00e9s da taxa de bancada do p\u00f3s-doutorado da Dra. Luciana de Moraes. Agradecemos ao Programa de Apoio ao P\u00f3s-doutorado da Funda\u00e7\u00e3o Carlos Chagas Filho de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (PAPDRJ &#8211; FAPERJ\/CAPES Processo: E-26\/101.399\/2014).<\/h4>\n<h4><strong>A ci\u00eancia ainda \u00e9 vista por muitos como um tabu. Por que isso acontece?<\/strong><br \/>\nExiste um falsa impress\u00e3o de distanciamento entre a vida cotidiana e a ci\u00eancia. Isso se d\u00e1 porque muitas pessoas, quando pensam em um cientista, a primeira imagem que aparece na cabe\u00e7a s\u00e3o pessoas em laborat\u00f3rio, com jaleco branco ou aquele cientista maluco que vimos muitas vezes na internet, e\/ou a ideia que um cientista sabe de tudo e que para fazer ci\u00eancia \u00e9 necess\u00e1rio ser muito inteligente. \u00c9 realmente um estere\u00f3tipo. O Livro aborda essa quest\u00e3o. Demonstrar que a ci\u00eancia est\u00e1 pr\u00f3xima de todos n\u00f3s, levar o cotidiano de como se faz ci\u00eancia e de como \u00e9 a vida de um cientista. Desmistificar o estere\u00f3tipo do cientista e aproximar a ci\u00eancia das pessoas demonstrando m\u00e9todos, fun\u00e7\u00f5es, aplicabilidade&#8230;<\/h4>\n<h4><strong>Como voc\u00eas acham que esse estere\u00f3tipo pode ser combatido?\u00a0<\/strong><br \/>\nCom divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Mostrar para a popula\u00e7\u00e3o o cientista real. E os diversos tipos de cientistas que existem.<br \/>\n\u00c9 claro que muitos cientistas est\u00e3o de jaleco branco em um laborat\u00f3rio. Mas nem todos passam a maior parte do tempo assim.<br \/>\nCom este livro mostramos a cara de alguns cientistas da vida real.<br \/>\nInclusive, n\u00f3s tivemos a ideia de colocar a foto dos autores dos cap\u00edtulos no final do livro. Assim, n\u00f3s conseguimos mostrar a verdadeira imagem de alguns cientistas.<\/h4>\n<h4><strong>Na opini\u00e3o de voc\u00eas o que poderia ser feito para as pessoas perceberem a import\u00e2ncia da pesquisa no dia a dia da vida das mesmas?<\/strong><br \/>\nDivulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, extens\u00e3o, alfabetiza\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, aproximar as institui\u00e7\u00f5es de pesquisa com o p\u00fablico no geral, \u201csair\u201d do mundo acad\u00eamico, transpor barreiras. Nesse caso a linguagem \u00e9 a maior barreira! Mas \u00e9 apenas quest\u00e3o de treinamento. N\u00f3s fizemos isso na disciplina e fazemos isso todos os dias para falar de ci\u00eancia! Temos que falar de ci\u00eancia, pesquisa cient\u00edfica, vida acad\u00eamica&#8230; no bar, no elevador, com a nossa fam\u00edlia, nossos vizinhos. Devido as dificuldades t\u00e9cnicas de linguagem, acabamos por evitar de falar sobre isso, ou simplificamos ao extremo o que perde muito da sua signific\u00e2ncia. \u00c9 um treinamento. Todo cientista deve treinar e ter a pr\u00e1tica e gosto de falar sobre o que faz com qualquer pessoa. Essas pr\u00e1ticas di\u00e1rias ir\u00e3o popularizar a ci\u00eancia, e, o mais importante, poder\u00e1 dar expectativas de que \u00e9 poss\u00edvel ser cientista e fazer ci\u00eancia. N\u00e3o precisa ser algo distante da realidade cotidiana e da maioria das pessoas. \u00c9 um trabalho que precisa de dedica\u00e7\u00e3o, treino, uso de t\u00e9cnicas espec\u00edficas, com algumas caracter\u00edsticas pessoais espec\u00edficas, como qualquer outro trabalho ou profiss\u00e3o.<\/h4>\n<h4><strong>Qual o melhor conselho que algum jovem que pense em seguir pelo ramo das pesquisas pode ouvir?<\/strong><br \/>\nEssa \u00e9 uma pergunta bem dif\u00edcil de responder! N\u00e3o pela resposta em si, mas \u00e9 que infelizmente no Brasil, estamos passando por uma crise na ci\u00eancia! A realidade \u00e9 que ser pesquisador e cientista no Brasil atualmente est\u00e1 bem dif\u00edcil. N\u00e3o temos financiamento, n\u00e3o abre concursos, n\u00e3o temos muitos postos de trabalho, e o nosso trabalho est\u00e1 sendo cada vez mais desvalorizado. Esse tamb\u00e9m \u00e9 um dos motivos que a divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica est\u00e1 sendo t\u00e3o necess\u00e1ria. Al\u00e9m de todos os problemas ambientais, na sa\u00fade e descr\u00e9dito na ci\u00eancia, muito devido ao n\u00e3o entendimento de como a ci\u00eancia funciona. Com isso, o que podemos aconselhar a quem quer seguir nesse ramo, \u00e9 saber que o caminho \u00e9 longo e dif\u00edcil, mas trabalhar com o que se ama, n\u00e3o tem pre\u00e7o! Procure \u00e1reas que tenham finalidade social clara pois a ci\u00eancia tem como uma de suas finalidades auxiliar o desenvolvimento e progresso da humanidade. Para concluir&#8230; Ser cientista \u00e9 muito bom. N\u00f3s fazemos pesquisa, n\u00f3s fazemos ci\u00eancia. Trabalhar com o que ama \u00e9 recompensador. Cada descoberta que fazemos com o nosso trabalho \u00e9 uma alegria. E devemos levar essas descobertas para o p\u00fablico, tanto com artigos cient\u00edficos como com a divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/h4>\n<h4><strong>Para terminar, por favor, falem um pouco dos temas que s\u00e3o abordados no livro.<\/strong><br \/>\nO livro \u00e9 composto por 13 cap\u00edtulos. Cada aluno da disciplina escreveu um cap\u00edtulo. Os cap\u00edtulos s\u00e3o variados. Vai desde geof\u00edsica, passando por paleontologia, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, biologia marinha e vertebrados.<br \/>\nCap\u00edtulo 1. Super-her\u00f3is do mundo real e o poder da ci\u00eancia \u2013 O Geof\u00edsico<br \/>\nO pesquisador Marcos Vin\u00edcius Moraes dos Santos escreve sobre como \u00e9 o trabalho de um geof\u00edsico. \u00c9 um trabalho que parece complexo de se explicar quando n\u00e3o usa palavras para o p\u00fablico leigo. O autor usou super-her\u00f3is para poder ilustrar como \u00e9 o trabalho desse tipo de profissional.<br \/>\nCap\u00edtulo 2. Paleo o qu\u00ea?! \u2013 A vida de uma paleont\u00f3loga<br \/>\nA pesquisadora Hanna Carolina Lins de Paiva segue com um cap\u00edtulo sobre paleontologia. \u00c9 uma profiss\u00e3o com grandes oportunidades de fazer descobertas sobre o passado de nosso planeta. A autora descreve o projeto de pesquisa dela e conta o que \u00e9 ser uma paleont\u00f3loga com trabalho de campo e no laborat\u00f3rio.<br \/>\nCap\u00edtulo 3. Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas: Conhecer o presente, desvendar o passado e prever o futuro<br \/>\nA pesquisadora Kamila da Matta Agostini come\u00e7a um assunto super atual, que \u00e9 as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Ela aborda mais especificamente os ciclones e os gr\u00e3os de p\u00f3lens que s\u00e3o levados por eles. E com isso pode-se desvendar o passado. Ela explica como o passado, o presente e o futuro est\u00e3o ligados.<br \/>\nCap\u00edtulo 4. O Invis\u00edvel das Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas<br \/>\nSeguindo com o tema sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, a pesquisadora Daniela Kozlowsky aborda micro-organismos em geleiras. Ela escreve sobre os derretimentos em geleiras e aborda o estudo de v\u00edrus no ambiente pr\u00f3-glacial.<br \/>\nCap\u00edtulo 5. Ci\u00eancia e voc\u00ea: uma parceria saud\u00e1vel para nossos rios<br \/>\nCom a pesquisadora Beatriz Moreira Ferreira, n\u00f3s entramos para o ambiente aqu\u00e1tico. Ela escreve sobre a import\u00e2ncia dos rios que mant\u00e9m diversas esp\u00e9cies de animais e plantas. N\u00f3s devemos preservar esse ambiente t\u00e3o importante e que muitos se encontram polu\u00eddos.<br \/>\nCap\u00edtulo 6. O que \u00e9 isso crescendo no meu barco? \u2013 O problema da bioincrusta\u00e7\u00e3o marinha<br \/>\nCom a pesquisadora Yollanda C da S. Ferreira Van\u00e7ato nos direcionamos para o ambiente marinho. E ela escreve sobre os problemas da bioincrusta\u00e7\u00e3o. Poucas pessoas sabem que isso pode ser um problema para o ambiente marinho e que os barcos precisam ser limpos de forma correta para n\u00e3o prejudicar o meio ambiente.<br \/>\nCap\u00edtulo 7. Atravessando oceanos: o que acontece quando uma esp\u00e9cie decide se estabelecer em um novo local?<br \/>\nA pesquisadora Larissa Marques Pires Teixeira escreve sobre os problemas de uma esp\u00e9cie que se estabelece em um local que n\u00e3o ocorria antes. Existe uma disputa embaixo d\u2019\u00e1gua que \u00e9 estudada pela cientista. E ela conta a hist\u00f3ria do Coral Sol que chegou no Estado do Rio de Janeiro na d\u00e9cada de 80, fixado nos pilares de uma plataforma de petr\u00f3leo, vinda do Oceano Pac\u00edfico e os problemas que isso causa para as esp\u00e9cies nativas.<br \/>\nCap\u00edtulo 8. Vivendo e resistindo no mar<br \/>\nA pesquisadora Juliana Magalh\u00e3es de Araujo conta que no ambiente marinho existem objetos como sacolas pl\u00e1sticas, linhas de pesca, latas de alum\u00ednio, tampinhas de garrafa pl\u00e1stica e peda\u00e7os de isopor. Isso prejudica in\u00fameros esp\u00e9cies, incluindo o coral Orelha-de-elefante. Ele \u00e9 uma fonte importante de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas que possuem atividade contra bact\u00e9ria resistente a diversos antibi\u00f3ticos. E essa esp\u00e9cie de coral est\u00e1 estampada na nossa nota de Cem Reais.<br \/>\nCap\u00edtulo 9. Dando nome \u00e0s esponjas: como e por qu\u00ea?<br \/>\nO pesquisador Humberto Freitas de Medeiros Fortunato escreve sobre a import\u00e2ncia da taxonomia. Esta \u00e1rea \u00e9 uma das mais antigas e mais importantes na Biologia, porque serve de base para estudos mais avan\u00e7ados. A taxonomia tem o objetivo de descrever caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas presentes em um organismo e, a partir destas caracter\u00edsticas, classificar os organismos em grupos.<br \/>\n10. Se esquentar o sapo foge, mas se reflorestar o sapo volta?<br \/>\nCom a pesquisadora Quezia Ramalho chegamos nos vertebrados. Ela escreve sobre as atividades antr\u00f3picas que t\u00eam provocado v\u00e1rias mudan\u00e7as clim\u00e1ticas que amea\u00e7am a biodiversidade, e os anf\u00edbios s\u00e3o muito afetados, s\u00e3o muito sens\u00edveis. Para algumas esp\u00e9cies, se esquentar, os bichos fogem para locais com temperaturas mais adequadas. Isso considerando um cen\u00e1rio otimista, em que os bichos podem fugir, mas a verdade \u00e9 que muitas esp\u00e9cies podem at\u00e9 morrer por causa das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. E se reflorestar, os bichos voltam?<br \/>\nCap\u00edtulo 11. Por que precisamos preservar os r\u00e9pteis?<br \/>\nA pesquisadora Luisa Maria Diele-Viegas conta a import\u00e2ncia dos r\u00e9pteis e porque precisamos preserv\u00e1-los. Existem r\u00e9pteis de topo de cadeia, como o jacar\u00e9; lagartos que fazem o controle de insetos; e tamb\u00e9m alguns r\u00e9pteis que servem de alimento para outras esp\u00e9cies. \u00a0Al\u00e9m disso, as plantas que precisam dessas esp\u00e9cies como dispersoras de suas sementes e polinizadoras. Outra grande vantagem que os r\u00e9pteis podem trazer para n\u00f3s \u00e9 o uso medicinal do veneno das serpentes.<br \/>\nCap\u00edtulo 12. A Floresta: Habitat de Vidas Secretas<br \/>\nO pesquisador Rodrigo Paulo da Cunha Ara\u00fajo fala sobre o trabalho com os pequenos mam\u00edferos, que s\u00e3o os roedores e marsupiais. Ele escreve sobre onde esses animais vivem e suas adapta\u00e7\u00f5es; a dieta que \u00e9 bem variada; e que s\u00e3o \u00f3timos bioindicadores de contaminantes (metais pesados, qu\u00edmicos) no meio ambiente.<br \/>\nCap\u00edtulo 13. Bi\u00f3logos: Os detetives da conserva\u00e7\u00e3o<br \/>\nE o livro se encerra com o cap\u00edtulo da pesquisadora Priscila St\u00e9fani Monteiro Alves que escreve sobre mam\u00edferos brasileiros de m\u00e9dio e grande porte. Ela destaca a import\u00e2ncia dos mam\u00edferos silvestres na natureza. E descreve como \u00e9 o trabalho para estudar esses animais.<\/h4>\n<h4><strong>O Blog da EdUERJ agradece a entrevista e deseja que o sucesso do livro continue!<\/strong><\/h4>\n<h4>Entrevista concedida a Talita Esc\u00f3cio (estagi\u00e1ria de Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas da EdUERJ), sob supervis\u00e3o de Ricardo Zentgraf<\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um dos destaques do site da EdUERJ em 2020 \u00e9 o livro &#8220;Divulgando ci\u00eancia: o que alguns cientistas fazem e como isso afeta sua vida&#8221;. A publica\u00e7\u00e3o, que tem um enfoque na educa\u00e7\u00e3o ambiental e na divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, est\u00e1 dispon\u00edvel para download gratuito e refor\u00e7a a import\u00e2ncia da pesquisa e da ci\u00eancia na vida de todos. O Blog da EdUERJ conversou com as organizadoras do livro, Luciana de Moraes Costa e Elisabete Captivo Louren\u00e7o (da esquerda para direita, na foto). Qual foi a motiva\u00e7\u00e3o que levou a produzir um livro relacionado a divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica?\u00a0 A necessidade da divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica para\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":22131,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"editor_plus_post_options":"{}","editor_plus_copied_stylings":"{}","footnotes":""},"categories":[202],"tags":[2854,322,346,2829,2855,2827],"class_list":["post-22124","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog","tag-divulgando-ciencia","tag-e-book","tag-e-books","tag-educacao-ambiental","tag-elisabete-captivo-lourenco","tag-luciana-de-moraes-costa"],"blocksy_meta":{"styles_descriptor":{"styles":{"desktop":"","tablet":"","mobile":""},"google_fonts":[],"version":5}},"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22124","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/17"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22124"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22124\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22131"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22124"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22124"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/eduerj.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22124"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}