{"id":24010,"date":"2021-05-04T19:10:02","date_gmt":"2021-05-04T22:10:02","guid":{"rendered":"https:\/\/eduerj.com\/br\/?p=24010"},"modified":"2021-05-04T19:10:16","modified_gmt":"2021-05-04T22:10:16","slug":"pioneiras-do-servico-social-em-livro-da-eduerj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/eduerj.com\/br\/pioneiras-do-servico-social-em-livro-da-eduerj\/","title":{"rendered":"Pioneiras do servi\u00e7o social em livro da EdUERJ"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Um estudo minucioso sobre as ra\u00edzes do servi\u00e7o social no Brasil, com o m\u00e9rito de dedicar um olhar pormenorizado \u00e0s primeiras trabalhadoras a desempenharem a atividade. Esta \u00e9 a proposta de &#8220;Servi\u00e7o Social na cad\u00eancia da mem\u00f3ria das pioneiras cariocas&#8221;, de Graziela Scheffer Machado, lan\u00e7amento da EdUERJ.<br><\/h4>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O livro delineia as caracter\u00edsticas que moldaram a profiss\u00e3o e seu desenvolvimento em diferentes momentos da sociedade brasileira. Na primeira parte, a autora observa como elementos emprestados da Europa ou dos Estados Unidos influenciaram na consolida\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio da profiss\u00e3o, mesclando-se \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de intelectuais brasileiros e \u00e0s viv\u00eancias das assistentes sociais. Verificam-se facetas espec\u00edficas da atividade, em per\u00edodos como a Era Vargas ou a fase desenvolvimentista de Juscelino Kubitscheck.<br><\/h4>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Outro destaque do t\u00edtulo \u00e9 a investiga\u00e7\u00e3o amplamente documentada sobre a forma\u00e7\u00e3o das assistentes sociais da primeira gera\u00e7\u00e3o, per\u00edodo 1930-60, e sobre a cria\u00e7\u00e3o das escolas cariocas de servi\u00e7o social.  A pesquisa tamb\u00e9m revela a situa\u00e7\u00e3o de conflito entre as trabalhadoras do ethos laico e as do cat\u00f3lico.<br><\/h4>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Por fim, dois segmentos dedicam-se \u00e0s contribui\u00e7\u00f5es de Maria Esolina Pinheiro e Dona Ivone Lara. Considerada a primeira assistente social brasileira, Maria Esolina foi fundadora da Faculdade de Servi\u00e7o Social da UERJ. Al\u00e9m disso, \u00e9 apontada como autora do primeiro livro de servi\u00e7o social, em 1939, al\u00e9m de reconhecida como defensora do vi\u00e9s laico da profiss\u00e3o.<br><\/h4>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Dona Ivone Lara, a Dama do Samba, cujo centen\u00e1rio de nascimento comemora-se neste ano, \u00e9 uma das primeiras assistentes sociais negras do Brasil. Em 1965, entrou para a hist\u00f3ria da m\u00fasica brasileira como a primeira mulher que assinava uma composi\u00e7\u00e3o de enredo de escola com homens do samba. Na \u00e1rea da sa\u00fade, esmerou-se muitos anos em projeto da Dr\u00aa Nise da Silveira.<br><\/h4>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O <em>epub<\/em> gratuito pode ser baixado aqui:<\/h4>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"block-e2b2449f-3836-498b-9b2d-29025b37536f\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/eduerj.com\/br\/?product=servico-social-na-cadencia-da-memoria-das-pioneiras-cariocas-epub\" target=\"_blank\">https:\/\/eduerj.com\/br\/?product=servico-social-na-cadencia-da-memoria-das-pioneiras-cariocas-epub<\/a><\/h4>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo minucioso sobre as ra\u00edzes do servi\u00e7o social no Brasil, com o m\u00e9rito de dedicar um olhar pormenorizado \u00e0s primeiras trabalhadoras a desempenharem a atividade. 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