{"id":8447,"date":"2016-01-08T16:29:35","date_gmt":"2016-01-08T16:29:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.eduerj.uerj.br\/engine\/?p=8447"},"modified":"2016-02-25T19:13:17","modified_gmt":"2016-02-25T19:13:17","slug":"homenageada-pela-flip-ana-cristina-cesar-e-tema-de-livro-da-eduerj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/eduerj.com\/br\/homenageada-pela-flip-ana-cristina-cesar-e-tema-de-livro-da-eduerj\/","title":{"rendered":"Homenageada pela Flip, Ana Cristina Cesar \u00e9 tema de livro da EdUERJ"},"content":{"rendered":"<p>A escolha da poeta Ana Cristina Cesar como homenageada da Festa Liter\u00e1ria Internacional de Paraty de 2016 coincidiu com um dos mais interessantes lan\u00e7amentos do segundo semestre deste ano. Vale a pena falar mais um pouco de <em>Sereia de papel<\/em>, acrescentando ao que j\u00e1 havia sido postado anteriormente aqui no <em>blog<\/em>.<\/p>\n<div align=\"justify\">Homenageada pela Flip de 2016, a poeta Ana Cristina Cesar deixou uma produ\u00e7\u00e3o po\u00e9tica que n\u00e3o s\u00f3 merece a aten\u00e7\u00e3o dos amantes do g\u00eanero, como coloca-se como generosa fonte para estudos liter\u00e1rios. Compartilhar reflex\u00f5es sobre a obra da autora e manter a chama do debate acerca de sua obra \u00e9 o grande m\u00e9rito de Sereia de papel: vis\u00f5es de Ana Cristina Cesar, organizado por Viviana Bosi, \u00c1lvaro Faleiros e Roberto Zular, lan\u00e7amento da Editora da Uerj.<a href=\"https:\/\/www.blogger.com\/null\" name=\"_GoBack\"><\/a><\/div>\n<div>O livro diferencia-se de outros por oferecer uma vis\u00e3o multifacetada de Ana Cristina Cesar. A publica\u00e7\u00e3o da EdUERJ, evidencia mais do que a qualidade da obra de uma poeta, oferece tamb\u00e9m um olhar anal\u00edtico sobre as investidas de Ana Cristina Cesar como cr\u00edtica liter\u00e1ria, ensa\u00edsta ou tradutora.<\/div>\n<div>A compreens\u00e3o da proposta po\u00e9tica de Ana C. tamb\u00e9m \u00e9 uma maneira de saber mais sobre os caminhos da poesia contempor\u00e2nea que se formaram a partir daquele cen\u00e1rio brasileiro em ebuli\u00e7\u00e3o dos anos 80. Para isto, colaboram os ensaios assinados por Viviana Bosi, Annita Costa Malufe, Roberto Zular, Maur\u00edcio Salles Vasconcelos, Andr\u00e9a Catr\u00f3pa, Michel Riaudel e \u00c1lvaro Faleiros, e a introdu\u00e7\u00e3o assinada por Italo Moriconi.<\/div>\n<div>N\u00e3o \u00e9 raro que pessoas decidam estudar os poemas de Ana Cristina Cesar com intuito de compreender a pessoa cuja sensibilidade e os conflitos encurtaram a pr\u00f3pria vida. A leitura de <em>Sereia de papel: vis\u00f5es de Ana Cristina Cesar<\/em>, no entanto, mant\u00e9m a discuss\u00e3o em um tom adequado: afasta-se de mitifica\u00e7\u00f5es, detendo-se com sobriedade nos emaranhados propostos por sua arte. A seriedade dos ensaios valoriza, sobretudo, os contornos do legado da poeta, incentivando novos estudos e interpreta\u00e7\u00f5es.<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A escolha da poeta Ana Cristina Cesar como homenageada da Festa Liter\u00e1ria Internacional de Paraty de 2016 coincidiu com um dos mais interessantes lan\u00e7amentos do segundo semestre deste ano. Vale a pena falar mais um pouco de Sereia de papel, acrescentando ao que j\u00e1 havia sido postado anteriormente aqui no blog. 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