Presença das Revoluções de 1930 e 1932 e a contrarrevolução tecnocrática
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Este livro rompe com as formas habituais e consagradas de pensar o capitalismo, fenômeno monetário sempre mediado, que tem na financeirização o seu modo de dominar sociedades inteiras, tenham os governos que tiverem. Assinala que, após o tempo crítico com raízes nas Revoluções de 1930 e 1932, em que se desejou um país capitalista com principal mediação na produção industrial, o Brasil teve, por endividamento em moeda governamental alheia, dívida externa e inflação que o levaram a interromper meio século de crescimento. Longe de recuperar o seu desenvolvimento, sequer de o restabelecer como ideal, a solução daqueles problemas deu margem à invasão da Constituição de 1988 por política de Estado neoliberal. É a contrarrevolução tecnocrática. Com Emendas Constitucionais e Leis Complementares até a conquista da autonomia e da independência do Banco Central do Brasil, a plutocracia brasileira toma da União o comando do dinheiro, submete todos os Poderes Executivos do país e quer mais.
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